segunda-feira, 29 de outubro de 2007

FESTA KITSCH : RESPONSABILIDADE SOCIAL

Os acadêmicos de Comunicação Social da UDC se organizam para a 2º edição da FESTA KITSCH, que será realizada no dia 14 de novembro na mais nova casa de eventos de Foz do Iguaçu, Mansão Green. A festa é o encerramento de uma série de manifestações e criações artísticas pertencentes à cultura kitsch que se darão ao longo do evento.

A 1º edição aconteceu no ano de 2002. Acadêmicos se mobilizaram por uma única causa: ajudar uma aluna com leucemia. Mais de três mil pessoas compareceram a festa e toda a renda foi destinada à família da estudante para auxiliar no tratamento médico. A intenção é repetir a dose, se expressar, se divertir muito, e estimular a responsabilidade social, uma vez que alunos e empresas participam e contribuem diretamente com uma ação humanitária.

Nesta segunda edição, o beneficiado será o Lar de Apoio as Crianças e Adolescentes de Foz do Iguaçu (LACA). Uma entidade filantrópica que busca melhorar a qualidade de vida de crianças, adolescente e famílias portadoras ou não do vírus HIV.

A instituição atende cerca de 300 pessoas por mês que recebem tratamento, acompanhamento médico e todos os cuidados necessários. Segundo a presidente da entidade, Solange Terezinha de Souza, algumas crianças ficam na casa-lar temporariamente e outras permanentemente.

O trabalho do LACA não se reserva unicamente a sua sede. Com a ajuda de assistentes sociais, é feito um trabalho de instrução, ajuda e acompanhamento às famílias dos portadores do vírus HIV. No caso de ser a criança portadora do vírus, elas auxiliam os pais nos cuidados com alimentação e com os remédios. Quando são os pais os portadores, as assistentes sociais vão, a cada 15 dias, até a casa da família para acompanhar e verificar se as crianças estão sendo encaminhadas para escolas e creches.

A casa-lar está passando por reformas, e segundo a presidente da instituição, há pouco tempo à vigilância sanitária visitou o local, e solicitou a modificação no lactário – lugar onde prepara a alimentação das crianças – e na lavanderia, mas o custo de toda essa modificação é cara. “O dinheiro que será arrecadado com a festa virá em uma boa hora, pretendemos usa-lo para terminar as obras, ainda falta fazer o reboco, arrumar o piso e atender as exigências da vigilância sanitária, além de pagar as contas fixas” afirma a presidente.

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